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Como a IA e o Windows 11 estão redefinindo o mercado 

  • 19 de fev de 2026
  • 3 min de leitura
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fim do suporte ao Windows 10, marca um momento crucial para as empresas deixarem a fase de manutenção e entrarem em um ciclo de inovação. Mais do que uma simples atualização, a migração para o Windows 11 é vista como a base para o desenvolvimento e utilização de toda a inteligência artificial (IA) que a Microsoft está trazendo ao mercado. 

Nesse contexto, a modernização tecnológica deixa de ser opcional e passa a ser estratégica. Em entrevista ao podcast da ScanSource, o ScanCast, Eloisa Devito, Gerente de Distribuição da Microsoft, compartilhou insights importantes sobre como o Windows 11 e os novos dispositivos com IA estão transformando o mercado. A seguir, destacamos os principais pontos.  

Segurança digital: o verdadeiro motor da modernização 

Embora o encerramento do suporte ao Windows 10 seja um fator relevante, a principal motivação para a migração é a segurança cibernética

Windows 11 foi desenvolvido como o sistema mais seguro da Microsoft até agora. Ele exige o TPM 2.0, que garante criptografia de ponta a ponta, além de incorporar a tecnologia Pluton, projetada para proteger credenciais e dados diretamente no hardware. 

Além disso, manter parques tecnológicos desatualizados aumenta significativamente a exposição a ameaças como: 

  • Ransomware: sequestro de dados com exigência de pagamento. 
  • Phishing: links falsos para roubo de credenciais. 
  • Exploração de protocolos antigos: como o SMB v1, ainda presente em equipamentos legados. 
  • Ataques baseados em credenciais: roubo de logins e senhas corporativas. 

Portanto, modernizar não é apenas atualizar máquinas — é reduzir riscos e proteger a operação. 

Do PC tradicional ao Copilot+ PC: a evolução impulsionada pela IA 

A transformação não acontece apenas no software. O hardware também evoluiu. 

Primeiramente, tivemos os PCs tradicionais. Em seguida, surgiram os AI PCs. Agora, o mercado avança para os Copilot+ PCs, dispositivos desenvolvidos especificamente para executar Inteligência Artificial de forma nativa. 

A principal diferença está na presença da NPU (Unidade de Processamento Neural). Enquanto antes a IA dependia exclusivamente da nuvem, hoje ela pode rodar localmente no dispositivo. 

Na prática, isso significa: 

  • Uso de IA mesmo sem conexão com a internet (como em voos). 
  • Maior velocidade de processamento. 
  • Melhor eficiência energética. 
  • Bateria com duração que pode chegar a 22 horas. 

Consequentemente, a experiência do usuário se torna mais fluida, segura e produtiva. 

Inteligência Artificial na prática com Windows 11 

A Inteligência Artificial já está disponível de forma acessível por meio das diferentes versões do Microsoft Copilot

1. Copilot Gratuito (Windows 11) 

Disponível no próprio sistema operacional, permite: 

  • Criar posts para redes sociais a partir de imagens. 
  • Gerar hashtags estratégicas. 
  • Analisar textos complexos. 
  • Sugerir melhorias gramaticais e de estilo. 

Ou seja, já é possível incorporar IA na rotina sem investimento adicional. 

2. Copilot para Microsoft 365 (versão paga) 

Integrado ao ecossistema Microsoft 365, o Copilot potencializa ferramentas como Outlook, Word e Teams. 

Por exemplo: 

  • Redação de e-mails com ajuste de tom (formal ou informal). 
  • Expansão de ideias em segundos. 
  • Resumos automáticos de reuniões. 
  • Organização inteligente de informações. 

Assim, tarefas operacionais são reduzidas, enquanto o foco estratégico aumenta. 

Windows 11: como preparar sua empresa para a era da IA 

Para empresas que desejam acelerar essa jornada de transformação digital, três passos são fundamentais: 

1. Modernize sua base tecnológica 

Migre para o Windows 11 e adote dispositivos preparados para IA, como AI PCs ou Copilot+ PCs

2. Estruture a governança de dados 

A Inteligência Artificial só gera valor quando trabalha com dados organizados, confiáveis e bem gerenciados. 

3. Comece agora 

Mais do que tecnologia, a IA exige mudança cultural. É necessário revisar processos, fluxos internos e estimular o letramento digital das equipes. 

O novo desafio: letramento digital e adoção estratégica 

Atualmente, o maior desafio não é mais tecnológico, é humano. 

O mercado está aprendendo a utilizar a Inteligência Artificial de forma estratégica e responsável. Por isso, a popularização da IA precisa ser feita com intenção, planejamento e direcionamento claro. 

Empresas que se antecipam e estruturam essa transição saem na frente. Afinal, o fim do Windows 10 não representa apenas um encerramento, representa o início de uma nova era digital. 

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Quer se aprofundar no tema? Assista ao episódio completo do ScanCast com Eloisa Devito.

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