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Segurança de aplicações web: riscos e como se proteger

  • 5 de nov de 2026
  • 2 min de leitura
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Em setembro de 2026, servidores de diversos órgãos públicos brasileiros foram invadidos pelo grupo cibercriminoso “Gambling Goblin” com o objetivo de impulsionar campanhas de SEO para apostas online. Entre os alvos identificados — aproximadamente 30 servidores Web —, estão uma agência pública federal, uma assembleia legislativa, tribunais de contas estaduais e dezenas de prefeituras. 

O Impacto: 

Subdomínios e sites governamentais brasileiros foram incluídos em blacklists (listas de sites bloqueados ou fraudulentos) de diversos fabricantes de cibersegurança por apresentarem comportamento anômalo. 

O Exemplo do ataque: 

Ao fazer uma busca e clicar em um resultado com o endereço governamental afetado, o usuário é redirecionado para páginas controladas pelos invasores. Essas URLs (páginas de destino) copiam com precisão a identidade visual de lojas oficiais, como Google Play, Microsoft Store e Amazon. O conteúdo aparece em português e inclui avaliações e comentários forjados para parecerem autênticos. 

Os invasores utilizam a credibilidade dos órgãos públicos justamente para burlar filtros de proteção e alcançar mais vítimas. Várias URLs de subdomínios “gov.br” foram impactadas. 

(Fontes: Estadão / TecMundo e The Hacker News) 

Segurança de aplicações web: como proteger sua empresa

  • Manutenção contínua:

Manter atualizados todos os serviços Web dos servidores com endereços publicados externamente na Internet.  

  • Endurecimento de configuração (Hardening):

Configurar adequadamente os servidores Web para evitar exploração não autorizada.

  • Proteção de perímetro e aplicação:

Adotar ferramentas como IPS (Intrusion Prevention System) e WAF (Web Application Firewall) para filtrar e evitar ataques a servidores Web legados, desatualizados ou incorretamente configurados. 

Fabricantes do Portfólio ScanSource e seu Papel contra os ataques: 

1. Check Point (IPS e WAF) 

Como protege: fornece prevenção baseada em assinaturas de ataque e proteção para aplicações web e APIs utilizando inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (machine learning), em vez de depender apenas de regras fixas ou assinaturas tradicionais. 

2. Fortinet (IPS e FortiWAF) 

Como protege: compara o conteúdo dos pacotes com milhares de assinaturas de ataques conhecidos, exploits de vulnerabilidades e códigos maliciosos. Além disso, protege sistemas, portais e APIs baseados na web contra falhas de código e requisições HTTP maliciosas. 

3. Trend Micro / TrendIA (IPS / TippingPoint) 

Como protege: fornece correção virtual proativa (Virtual Patching), na qual o IPS aplica filtros e regras de bloqueio automáticos para proteger sistemas vulneráveis ou legados antes mesmo que os patches oficiais dos fabricantes sejam desenvolvidos ou instalados. 

4. Sangfor (Network Secure e HCI) 

Como protege: o IPS opera de forma convergente no Next-Generation Firewall da marca, combinando inspeção profunda de pacotes (camadas L2 a L7) com firewall, WAF (Web Application Firewall) e inteligência artificial, sem perda significativa de desempenho. Já a infraestrutura hiperconvergente (HCI) conta com IPS distribuído nativo no seu hypervisor (aSV). 


Segurança de aplicações web: como a ScanSource apoia sua empresa? 

Na ScanSource, contamos com um portfólio completo de soluções de cibersegurança e proteção de dados — desde borda e Zero Trust (Check Point, Cisco, Fortinet, Sangfor, SonicWall, Zscaler) até proteção de endpoints (Trend Micro, Trellix, entre outros já destacados) e resiliência cibernética contra ransomware (Cohesity). 


Elaborado por: Jefferson Fernandes João Pacheco SEs de CyberSecurity ScanSource*

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